quinta-feira, 30 de junho de 2011

O ESTILO DE CADA UM

Todos nós aprendemos com os erros. Tentamos contorná-los, às vezes esquecê-los e lá os arrumamos para mais tarde recordar. Mas na exposição pública os erros pagam-se caro e pequenos pormenores podem ditar a morte do artista. Uma nota dissonante numa sinfonia pode fazer toda a diferença. O segredo é saber adaptar o estilo de cada um ao momento, prever todas as situações e contar com muitos amigos para bater palmas .... disfarçar e assobiar para o ar às vezes distrái.

O MUNDO GIRA AO CONTRÁRIO

Falam-se de medidas e de aplicações. Todos usam discurso belo e bem estudado. Gerem-se os sorrisos como notas de música numa sintonia. Batem-se palmas por decisões péssimas. E ainda dizem que o mundo não gira ao contrário!

terça-feira, 28 de junho de 2011

O QUE ME PARECE

Acho que as palavras são simplesmente letras arrumadas sem sentidos claros. São imensas as vozes que que comentam enquanto a acelaração e azáfama dos povos vai diminuindo a velocidade. São passos atrás ... com aumento de palavras, com todos a discutir, em busca de interesses, tentando diminuir as perdas. Muitos já pensam nas marchas fúnebres para os planos As e Bs.

PALAVRAS DO TEMPO


Gregas vozes soam perto apesar de distantes lançadas. Os cenários são delineados a todos os momentos e planos secundários agitam e baralham as incertezas. Quem acredita em palavras e em decisões não concertadas quando não há garantias que os fortes se unam? E as escaladas continuam em passo firme especulando no valor dos juros e nas emergências daqueles que não se souberam governar ou caíram nas ratoeiras de plástico que lhe foram oferecidas com cordas ao pescoço. Há poucas palavras para a resolução do problema ... o tempo é escasso.

NOTAS AO PIANO

Para além da cor e da forma surgem sons de piano que marcam a marcha do tempo. São as publicidades das marcas, do ruído das notícias e os sons os passos que se vão vergando à escassez do dinheiro. E nos silêncios da reflexão há ganhos e perdas sempre na ordem do dia. Somos escravos do piano ou do dinheiro?

IRREDUTÍVEL

Ouço vozes extremadas de sinfonias desafinadas de um tempo em mudança acelerada. São os gregos que lutam, os árabes que anseiam por melhor vida, a fome a alastrar no mundo e o conforto das últimas décadas a entrar em decadência.
Os números estão por todo o lado e mandam nos povos, ameaçando como um machado da Idade Média. Quem vai conseguir segurar estas doenças por muito mais tempo?

VUVUZELA

Tenho pautas para vuvuzela mas não acho piada ao som deste surpreendente instrumento. E como tudo, a moda está passando, afastando-se para longe. Quando o tempo certo chegar pego nas folha e arquivo no álbum da vida na secção Mundial de Futebol África do Sul 2010.

SANTANA

Carlos Alberto Santana Barragán, mais conhecido como Santana (Autlán de Navarro, 20 de Julho de 1947), é um conhecido guitarrista e compositor mexicano. Tornou-se famoso na década de 1960 com a banda Santana Blues Band, conhecida posteriormente apenas como Santana - mais precisamente com a sua atuação no Festival de Woodstock em 1969, onde ganhou projeção mundial.

PRIMEIRA VIOLA

Comprei a 1ª viola nos anos finais de setenta. Quisera fortemente que o 1º dinheiro ganho fosse para uma coreano leve e brilhante. Foi a viagem de comboio num final de Junho e a caixa de papelão que não facilitava. De lá, até hoje, foram muitos momentos partilhados com sons leves e doces.

domingo, 12 de junho de 2011

CABELO

Desde que dou concertos e piso os palcos uma das maiores preocupações tem sido o penteado. Não sei se devo tomar banho, fazer a barba, pentear à esquerda, à direita, risco ao meio ...
Os músicos que admiro eram de outras eras e não me revejo nos seus penteados.
Os meus colegas também não me dão conselhos admiráveis ...

CORAÇÃO

Quando tenho que fazer uma coisa aplico-me com o coração. Com disciplina, respeito pelos outros e  com alegria tudo sai perfeito. No palco, a mesma determinação. Só assim é conseguimos fazer parte da equipa.

sábado, 11 de junho de 2011

VIOLA PRETA

Um dia destes pediram-me para afinar esta viola. Lá fui procurar o afinador mas estava tão bem arrumado que nunca mais o vi. Depois pediram-me para tocar uns acordes, claro que a coisa saíu perfeita. Tudo suave para não ferir ouvidos nem incomodar vizinhos. Por fim, arrumar a viola no saco. Lembro-me lá agora como é que ela estava arrumada!

DENTRO DE UMA VIOLA

Quem mete os dedos nos buracos das guitarras pode ter surpresas. NUnca se sabe que lá habita nem quem prega ratoeiras capazes de apanhar os mais descuidados. Por isso tapo sempre o buraco quando não uso a viola  para me proteger a mim e a viola. Podem dizer que tenho taras ... estão certos.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Pauta natural

Poema das notas musicais


DO ce fala dos Anjos
RE médio para a alma
MI scelânea de acordes
FA la toda embalada
SOL fejo de hamonia única
LA mparina do coração
SI lêncio, em movimento se faz música, e em sua calma oração!

LAMPEDUSA

MAS NÃO SE PODE FAZER MAIS POR ESTES SERES HUMANOS QUE TEIMAM CHEGAR À EUROPA PONDO EM CAUSA A PRÓPRIA VIDA?

BARCELONA

ESTE FIM DE SEMANA VOU A BARCELONA. NÃO ESPEREM  por mim. Façam os ensaios do costume e tenham cuidado com as cervejas que estão debaixo da escada.

domingo, 5 de junho de 2011

ELEIÇÕES

As campanhas políticas são um misto de vaidade e união. Tudo é pensado e nada é claro. Todos se atropelam para não chegar a nada. Queimam-se energias antigas sem se saber porquê e o futuro parece tão incerto que ninguém fala dele.
Lá levei a vuvuzelas e os apitos para animar mas não deu certo. Vou esperar por outras oportunidades cheias de música a sério e novos protogonistas

quinta-feira, 2 de junho de 2011

EU AMO A VIDA!

BEATLES

Beatles - Inicialmente em 1956 eles se  chamavam the Quarrymen, tirado do nome da escola em que estudavam, the Quarrybank High School.
Com esse nome, a banda formou seu núcleo com John, Paul e George. Até 1959, os três já tinham saído desta escola, portanto era uma questão de tempo até mudarem o nome da banda. Experimentaram vários nomes sem muita convicção como Johnny & the Moondogs mas só no final do ano resolvem pensar seriamente no assunto. O quarteto de Liverpool adorava Buddy Holly & the Crickets. O nome Cricket tem duplo sentido na Inglaterra. Lennon começou então a buscar outros insetos que pudessem ter um duplo sentido. Ele acabou chegando em beetles (besouros) escrito Beatles para fazer um trocadilho com beat music. Assim nasce the Beatles em final de 1959. Pouco tempo depois, o amigo Cas Jones do grupo Cas & the Casanovas achou o nome ruim pois a mentalidade da época era de que bandas precisam ter um nome grande e sugeriu, "Porque vocês não se chamam Long John Silver & the Beatles?", uma alusão ao Long John Silver, o astuto pirata, personagem do livro A Ilha Do Tesouro. Inseguros, no dia de uma importante audição para uma futura excursão a Escócia,  apresentaram-se como the Silver Beatles e seus nomes artísticos se tornaram John Silver, Paul Ramon (donde os Ramones tiraram o seu nome), Carl Harrison (homenagem a Carl Perkins) e Stu de Stijl (homenagem a Nicolas de Stijl, pintor expressionista). Na bateria, no dia da audição, John Hutch e para a excursão Thomas Moore. Depois dessa excursão voltam a ser simplesmente the Beatles e nunca mais mudam.

CURIOSIDADES SOBRE NOMES DE BANDAS MUSICAIS

ABBA - Formado pelas letras iniciais dos nomes dos quatro integrantes do grupo: Agneta Faltskog, Bjorn Ulvaeus, Benny Anderson e Anni-Frid Lyngstad. A palavra em si quer dizer PaI (ou paizinho) em hebraico.

AC/DC - A irmã de Angus e Malcolm Young, Margaret, criou o nome. Aparentemente ela achou a sigla num eletrodoméstico, e achou que casava bem com a banda, visto que tinha a ver com eletricidade (AC/DC é um indicativo de corrente contínua e alternada). Depois descobriram que era também uma gíria que designava bissexuais mas já era tarde. São infundadas as versões de que o nome seria uma sigla para Anti-Christ/Dead-Christ (anticristo, cristo morto).
 
Aerosmith - O nome Aerosmith não significa absolutamente nada. Foi proposto por Joey Kramer e segundo Steven Tyler foi o único nome entre vários propostos que ninguém odiou.