sábado, 15 de janeiro de 2011

CASA DELA

Não te chamarei quando passar à tua porta nem que as minhas veias estejam dilatadas, enrugadas ou negras.
Nem que o coração seja trespassado por uma ripa ... nada ... não vou verter lágrimas. Posso lembrar-me do teu frio regaço, da tua doçura latente ou do teu sorriso mas não vou olhar a tua casa, o teu jardim, o teu espaço. Ficarei com as mágoas para mim e afogarei a minha tristeza na caixa de uma viola.